domingo, 3 de janeiro de 2016

DEU LARGADA ÀS FOFOCAS POLITIQUEIRAS E ACORDOS PARTICULARES NAS PRAIAS DO LITORAL

De janeiro até o término do carnaval, as praias do litoral do RN estarão lotadas de veranistas, famílias, turistas e, também, de politiqueiros. Nas varandas das casas de praia dos homens públicos, mais parecidas com palácios/templos, construídos com o dinheiro do povo, um aglomerado de oportunistas reunidos, consumindo whisky importado, cerveja estupidamente gelada e tira-gostos dos mais variados tipos, celebram mais um início de ano eleitoral. Quem paga a conta?! Infelizmente, amigos e amigas, é o sofrido dinheiro dos nossos pesados impostos.

Nesses encontros, em vez da discussão sobre avanço, crescimento e ações para as cidades, limitam-se, na verdade, em firmar acordos político-partidários. Alguns já tentam garantir o emprego de toda a família, inclusive, dos cachorros e dos carrapatos. Outros apresentam a ideia de agregar carros e mais carros, além de uma boa quota de combustível ao final de cada mês.

Se o parente tem formação ou não para assumir tal função pública, sai da praia com o emprego certo e com os votos de toda a família garantidos. Exercem, na verdade, a prática do Toma lá, dá cá!

E quando os patrões ficam "chapados"?! Aí tudo fica mais fácil... os babões começam a dizer que eles (os patrões) são os melhores e mais conceituados políticos do país, uma babação que garantirá o salário dos baba-ovos por mais 4 longos e fatídicos anos. A essa altura, o povo continua esquecido e sem importância nenhuma.

Lá pras tantas, iniciam as conversas entre políticos candidatos e aliados, oportunizando blogueiros e comunicadores especularem e escreverem frases bestas, como: "O que é que fulaninho dizia a beltraninho nessa hora?" Algo desprezível, nojento, mesquinho e vulgar, que nunca trará progresso, resposta e ações para as mazelas instauradas por esses mesmos políticos.

Ao final, depois de todo mundo está cheio de "caeba", eis que surge uma frase lá do final da casa: "Quero que o povo se foda!!!". Opa!... lembraram da gente, gente! Somos povo! Bancamos essas e tantas outras farras, mas nunca somos convidados para as festas nem somos respeitados como patrões dessa cambada de marginais. Que tal virarmos o jogo nas urnas???!!! 

Matéria: Alexandre Freire

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